Introdução
Continuaremos a falar de política de segurança,
é praticamente a última aula sobre o assunto. Com
certeza o assunto é meio chato e massante, só que
sempre há um propósito atrás dele.
A base sempre é mais importante do que tudo, eu
poderia chegar aqui e ensinar todas os procedimentos
práticos em relação a segurança, e 1
semana depois vocês serem invadidos, o que adiantou?
Nada. Porque não ensinar a um robô? Técnicas
são variáveis e dependem do momento, o
conteúdo sólido já se adequa a qualquer
mudança de conjuntura. Em nossa inteligência reside
o diferencial em relação a máquina.
Com certeza falaremos de situações
práticas, porém isso será dosado de forma
adequada e em seu tempo ideal.
Revisando
Basicamente, sabemos que uma boa Política de
Segurança (chamarei de PS daqui para frente) ajuda a
definir o que é relevante, o grau de importância e
os passos que devem ser tomados para garantir a
segurança do que se deseja proteger na
organização. Também deve deixar claro quem
é responsável pelo que. Ela deve prover
informações para que não haja problemas
futuros em termos de quem é responsável pelo que e
por que área.
A PS dever ser formulada de diversas formas. Pode ser
genérica, bem específica, ou algum grau
intermediário a estes. Por exemplo, pode-se escrever
situações genéricas básicas e como deve
ser a ação das pessoas envolvidas. Já outra,
pode descrever claramente por pessoa, por recursos ou
situações o que deve ser feito.
Como caracterizamos uma boa política de
segurança?
1) As regras devem ser implementadas pelo administrador do
sistema, publicando-as de forma geral, que seja de
aceitação de todos (já falamos dessa
parte).
2) Deve ser desenvolvida com ferramentas de segurança
e restrições, quando necessário. Por exemplo,
quando não se pode restringir isso logicamente, ou
através da PS, restringe-se o acesso ao recurso
(lembre-se daquela questão de disponibilidade de
recursos do sistema versus segurança)
3) As áreas com que cada um é responsável
devem ser clara, cristalina. Os usuários,
administradores, gerentes e todos que utilizam os recursos
devem ter plena consciência de suas áreas de
responsabilidade e das que utilizam. Exemplificando, mesmo se
alguém não for responsável por determinada
área, mas utilizá-la, deve saber quem é
responsável para poder reportar problemas
intempestivos.